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 Silenciosa música

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Full Moon

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MensagemAssunto: Silenciosa música   Sab Fev 06, 2010 6:08 am

É uma fic com base no anime e manga Vampire Knight
Bem, vou começar a fazer esta fic e provavelmente vou parar a meio ^^' é sempre assim. E eu não tenho jeito para títulos.

A história é sobre uma rapariga, Yukiko Kasanoda, que se vê em problemas com os pais por não querer ir para a Academia Cross. Não se quer separar da irmã mais nova e por isso discute com os pais sobre isso. Mas acaba por ficar na Academia, na Turma da Noite. Como é muito curiosa e mexida, ela salta muros e tudo o mais. Uma noite, algo inesperado acontece.

Então vamos lá começa =D
________________________________________

1º parte

Yukiko ouvia música no seu quarto. Não estava com a mínima vontade de sair dali, e logo para ir para uma escola nova. Qual era o problema da sua escola antiga? Estava como nova, aliás, tinha sido remodelada á pouquíssimo tempo, portanto, qual era o problema? Suspirou. A bateria do seu mp3 tinha acabado. O seu cabelo negro estava apanhado por um rabo de cavalo e os seus olhos verdes profundos tinham um toque de melancolia misturada com uma espécie de desespero.

- As coisas estão só a melhorar...

Levantou-se, foi ao roupeiro, tirou de lá uma mala preta e começou a arrumar as roupas lá para dentro.

- Eles não me vão levar á escola se eu não estiver aqui, não é?

Acabou de arrumar tudo e fechou a mala. Pô-la ao ombro, dirigiu-se para a janela e abriu-a. Ao olhar para abaixou viu que ainda era um pouco alto, mas ao lado tinha um cano que poderia usar para descer. Com muito cuidado para não fazer barulho. As suas pernas tremiam, a última vez que tinha tentado esta façanha, correra-lhe mal. Resultado, partiu o pé. Abanou a cabeça para não pensar nissoe continuou a descer.

- Um de cada vez, Yu-chan...

Olhou para cima e viu a sua irmã mais nova, debruçada na janela do seu quarto.

- Kotomi-chan?! - Com a surpresa, meteu o pé em falso e escorregou do cano. - É desta que vou para melhor... - Pensou ela enquanto caia.

- Yu-chan! Cuidado!! - A face dar pequena menina já começava a ficar vermelha, os seus cabelos loiros como os raios dourados do sol da sua franja, começavam a ficar molhados pelas lágrimas.

Yukiko olhou por cima do ombro para ver quanto tempo é que demoraria a chegar ao chão. Mas viu que estava parada. Olhou em volta e viu o pai a segurá-la.

- Eu sabia que cairias nos meus braços, filha. - Disse ele com um sorriso encantador e charmoso.
- Até custa a crer que és meu pai. --'

O pai de Yukiko pô-la no chão. A sua mala preta estava a poucos metros dela, se a conseguisse apanhar quando o pai estivesse distraído talvez conseguisse sair daquela mansão. O telefone do pai tocou e ele atendeu-o.

- É a minha chance! - Yukiko correu, pegou na mala e correu o mais que pôde para o portão. - Don't stop me now!! - Deitava abaixo todos os seguranças que se metiam no seu caminho.

Estava quase a alcançar o portão quando o que lhe pareceu o King Kong na forma humana, pôr-se á frente dela. Ela travou a tempo e conseguiu desviar-se (como a Hinata uma vez se desviou do Neji :3) delicadamente.

- Está quase! Já sinto o vento da liberdade!

Yukiko já estendia a mão para o portão aberto, quando sentiu que ou o chão lhe fugia dos pés ou então não estava a correr. Olhou para baixo e viu que nem tocava no solo. Olho para cima e viu o King Kong humano a segurar-lhe a camisola vermelha. Ela congelou.

- Aaah, Kaito-san, obrigado por a teres apanhado a tempo. - O pai de Yukiko aproximava-se, guardando o telefone num bolso da parte de dentro do casaco. - Estou a ver que estás com pressa de ir para a escola, filhote.
- Tenho é pressa de sair desta casa de doidos. - Bufou ela.
- Ora, tu sabes que nos adoras. Eu sei que me adoras. - Lançou novamente aquele sorriso sedutor. - Não é verdade?
- Claro que sim, pai. --"
- Agora, Kaito-san, eu tomo conta do resto. Obrigado pela tua prestação. - Agradeceu o pai.
- De nada. - A voz grotesca do homem era horrivel.

Yukiko foi ter com o pai de cabeça baixa e a caminhar penosamente. O seu pai pôs o braço sobre os ombros de Yukiko e levou-a para dentro de casa. A sua mãe estava sentada num cadeirão forrado com um tecido vermelho vivo, como sangue. Batia o pé, impacientemente, tinha os braços cruzados e olhava fixamente para Yukiko.

- Onee-chan!! - Kotomi, a sua irmã mais nova lançara-se para os braços dela, ainda com lágrimas a escorrerem-lhe pela cara. Magoaste-te? Onde é que fizes-te doi-doi?

Yukiko sorriu para ela e passou a mão pelo cabelo loirinho da irmã, pondo-se de joelhos.

- Desculpa, Kotomi. Não te queria preocupar. - Deu-lhe um beijinho na face rosa vívido.

A mãe das duas irmãs levantou-se e dirigiu-se a elas. Afastou Kotomi de Yukiko e deu um estalo a esta.

- Mas tu pensas que tens que idade para fazer estas birras? Devia dar-te mais! Tu tens 16 anos e ages como uma miudinha de 6? Até a tua irmã tem mais tino que tu, Yukiko!

Yukiko nada disse. Apenas a franja tapava parte da sua cara e olhos.

- Escusas de tentar fugir desta casa, porque tu vais mesmo para a Academia Cross. E é lá que vais aprender a comportar-te como uma verdadeira senhora. É lá, também, que vais ter as melhores notas da tua turma, percebes-te bem?

- Sim... - Yukiko apenas murmurou a resposta.
- Agora, vamos embora que estamos atrasados! O director da escola irá estar á nossa espera para te receber e por amor de Deus sê bem-educada, usa a educação que eu e o teu pai te demos uma vez na vida!

Os seus pais sairam para a rua, deixando as irmãs sozinhas na sala.

- Yu-chan...

Yukiko olho para a irmã. Apenas o seu sorriso a confortava. Sentou-se no chão e olhou para ela.

- Diz, minha querida.
- Eu fiz isto para ti. É para não te esqueceres de mim enquanto estiveres na escola. - Kotomi deu uma pulseira de missangas brancas á irmã. - Eu também tenho uma, vês? - Mostrou o pulso com uma pulseira de missangas cor de rosa.
- Obrigado, mana. - Sorriu e pôs a pulseira. - Mas eu nunca irei esquecer-me de ti na Academia. E digo-te mais, vou estar sempre a pensar em ti, meu amor. - Plantou-lhe um beijo na fronte. - Agora, vamos embora antes que a mãe rebente, por causa do fumo.

Levantou-se, pegou na mão da irmã mais nova e sairam da sala. Kotomi riu. Quando chegaram ao carro, duas malas de viagem estavam a ser postas na bagageira.

- Entrem as duas, se faz favor! - Disse a mãe.

As duas fizeram como ela disse. Passaram a viagem toda a conversar uma com a outra sobre os mais diversos bolos de chocolate que a Saiko, empregada deles, conseguia fazer. E as duas concordavam que o melhor de todos era o brigadeiro. Chegaram á fachada da Academia Cross e o ar de contente de Yukiko desapareceu. O carro parara mesmo em frente ao portão e um homem de cabelos loiros, presos por um rabo de cavalo, olhos cor de mel com uns óculos finos. Sairam todos do carro, e o pai de Yukiko dirigiu-se a Kaien Cross.
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Full Moon

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MensagemAssunto: Re: Silenciosa música   Sab Fev 06, 2010 6:10 am

2º Parte

- Boa tarde, Director Cross. - Cumprimentou o pai dela.
- Ora, boas tardes a todos. - Um sorriso estava visivelmente plantado na cara da Kaien, este olho para Yukiko que tinha cara de poucos amigos. Suponho que sejas tu a Yukiko Kasanoda.

Yukiko abriu a boca para responder, mas em vez de sair a sua voz saiu a voz da mãe.

- E supõe muito bem. Queremos dar a melhor educação possível á Yukiko, e foi nos sugerido a Academia Cross. E aqui estamos nós, prontos para começar a visita. - A sua mãe matinha uma máscara tão falsa de felicidade. Até parecia que se queria ver livre da filha.

Kaien sorriu para a senhora e depois dirigiu-se a Kotomi.

- Também virás para aqui, quando fores grande? - Sorriu.
- Claro que sim! Eu quero estar com a onee-chan! - Kotomi retribuiu-lhe o sorriso.
- Então, vamos, sem mais demoras, começar a visita guiada á Academia. Há certas coisas que precisas de saber, Yu-chan.
- Hey! Só eu é que posso chamar "Yu-chan" á Yu-chan, não é Yu-chan? - Kotomi virou-se para ela.

Yukiko tinha seguido para o carro. Naquele momento estava a entrar.

- Yu-chan!! - Chamou Kotomi já com os olhos chorosos.
- Daqui não saio, daqui ninguém me tira! - E fechou a porta do carro.

Os óculos de Kaien brilharam e este ergueu o dedo no ar.

- Muito bem! Guardiões, venham em meu auxílio!!

Yuuki e Zero apareceram rapidamente ao lado dele. Yukiko abriu um pouco o vidro do carro e viu-os.

- Só podem estar a gozar comigo --' - Pensou ela.
- Yuuki, Zero, tragam aquela rapariga para a Academia!
- Roger! - Disseram eles em uníssono e de um momento para o outro Yukiko já estava cá fora de pé.

Ela nem se tinha apercebido do que acontecera. Só quando olhou para os lados é que reparou que estava fora do carro. Olhou para o carro, suspirou e, de seguida, olhou para a Academia.

- Podia ser mais moderna. - Disse ela.
- Oh acredita, mais moderna que isto não há. - Kaien sorriu.

Yuuki e Zero desapareceram. No pensamento de Yukiko, pairava sempre a questão "Isto é uma escola de doidos?" e não lhe saía da cabeça. Caminhou atrás dos pais, da irmã e do director. Vinha com as mãos nos bolsos, a remexê-los, até que encontrou uma pilha para o seu mp3.

- Afinal de contas o meu dia não é completamente mau. - Meteu a pilha e começou a ouvir música, não ouvindo as explicações do director e apenas acenando afirmativamente com a cabeça á medida que ele falava.

Como os seus cabelos eram negros com a noite do céu, os fios dos fones nem sequer de notavam, misturando-se com o resto do cabelo. A familia entrou dentro da parte dos quartos e deirigiam-se agora ao respectivo quarto de Yukiko. Kaien abriu a porta e uma grande cama estava arrumada junto á parede. Era um quarto bastante simples e organizado.

- Tens sorte, Yukiko. Este deve ser o único quarto que não é preciso partilha com outra colega. - Disse o director.

Yukiko tirou os fones dos ouvidos e entrou no quarto. As suas malas já estavam junto á secretária, encostadas á parede. Kotomi entrou a correr e atirou-se á cama.

- Waaaa, que fofinha!! - E começou a saltar em cima dela.
- Kotomi-chan! Isso é má-educação. Pára já com isso! - Disse a mãe dela.
- Não há problema, senhora Kasanoda. Ela pode saltar á vontade. - Kaien acalmou a mãe das raparigas. - Bem, Yukiko-chan, como te disse vais ter de te despedir da tua família. O tempo de visita acabou e as tuas aulas irão começar amanhã bem cedo, como te tinha dito.
- Ah disse? - Yukiko olhou para ele.
- Sim. Não te lembras? Mas não faz mal, amanhã a Yuuki vai-te acompanhar para não te perderes. Eu vou deixá-los a sós por uns momentos.

Kaien Cross saiu, encostando a porta atrás de si. Ao sair viu Yuuki e Zero.

- Ela parece ser meia apagada, mas tomem cuidado com ela. Não queremos que o segredo da Academia seja revelado. Conto com vocês, meus filhos.
- Quantas vezes é que eu já lhe disse que não sou seu filho?! - Zero falou com ele.
- Mas a Yuuki-chan é. - Diz Kaien com os olhos a brilhar.
- Nee, Director, como é que vai ser amanhã? - Pergunta Yuuki.
- Trata-me por papá ( T.T ). Então, amanhã vais passar o dia com ela.
- Entendido. - Yuuki sorrio.

Os três saíram do corredor e foram para o escritório do director Cross. Enquanto isso, Yukiko, despedia-se da família. Encheu a irmã de beijos, deu abraços ao pai e, quando chegou a vez da mãe, muito formalmente deu-lhe dois beijos na cara delicada.

- Toma conta de ti, não te metas em confusões, não escorregues, tira boas notas, não expludas o laboratório de química e, sobretudo, diverte-te. - Disse o seu pai num tom muito acolhedor.
- Vou tentar, pai. Mas não prometo nada. - Ela sorriu debilmente.

O pai saiu. A sua mãe disse-lhe as mesmas coisas menos "não expludas o laboratório de química" e "diverte-te", mas acrescentou "comporta-te como uma senhora", deixando as duas irmãs no quarto. Kotomi chorava e abraçava a irmã.

- Vá, vá, Kotomi. Não fiques assim. Eu vou a casa sempre que puder e brinco contigo, o que achas?
- Não é a mesma coisa, onee-chan! Quem é que me vai ajudar a assustar os pombos? Quem é que me vai contar histórias para adormecer?
- Oh meu amor, não fiques assim. - Abraçou-a. - Se continuas a fazer isso eu tento é fugir daqui, pela janela.
- Isso não! Não quero que te magoas! Nee, one-chan...
- Diz.
- Vamos fazer uma promessa, sim?
- Claro que sim. Qual é a promessa que queres fazer?
- Vamos estar sempre juntas. - Levantou a manga da camisola e viu-se a pulseira de missangas rosa.

Yukiko sorriu docemente.

- Claro. Nós vamos estar sempre juntas. - Por sua vez, levantou a manga da camisola e viu-se a pulseira de missangas brancas.

Kotomi bateu três vezes com a sua pulseira na dela.

- Agora, não te esqueças do prometido.
- Nunca. - Deu-lhe um beijo na cara. - Adeus.
- Adeus, onee-chan!

Kotomi saiu do quarto e foi ter com os pais. Yukiko observou a sua familia a ir embora, viu Kotomi a dizer-lhe adeus e retribuiu-lhe o aceno. Finalmente, foram embora. Yukiko caminhou para a cama e começou novamente a ouvir música.
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Full Moon

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MensagemAssunto: Re: Silenciosa música   Sab Fev 06, 2010 6:10 am

3º Parte

A música penetrava-lhe os ouvidos suave e lentamente. O som do violino espalhava-se pela mente de Yukiko como nuvens no céu. Não tardaria muito a que ficasse repleta do doce som. Sentia-se nas nuvens, mas sabia que iria descer á terra rapidamente. Fê-lo antes que alguém o fizesse por ela. A pouco e pouco abriu os olhos e olhou em redor, fixando o tecto por segundos.

Afinal, não foi um sonho.

Levantou-se e foi á janela, onde já via os alunos a irem para as aulas.

- Vim mesmo parar á Academia. - Suspirou. - Bem, não posso chegar atrasada no primeiro dia de aulas.

Abriu as cortinas e a luz iluminou todo o quarto. Fui para a casa de banho e tomou um duche rápido. Ao sair do duche secou-se e vestiu-se. Quando foi para o seu quarto, no armário estava pendurado um saco de plástico com o uniforme preto e branco da Academia Cross.

- Estão á espera que vista isto? - Ficou atónita a olhar para aquilo.

Ela e vestidos nunca se deram muito bem. Como era muito mexida, as calças era o seu vestuário mais confortável e não...saias! É mesmo coisa de menina, pensou ela. Tirou a toalha de volta do corpo e vestiu a sua roupa interior, seguido do vestido e, por fim, as meias que lhe chegavam até ás coxas e as botas com atacadores. Quando se dirigiu ao espelho, para ver a sua bela figurinha, ficou a olhar.

Eu tenho de sair mesmo assim? A saia é demasiado curta, quase que se vê o meu rabo...

Olhou para o relógio. Já estava na hora da primeira aula e tinha que se apressar. Olhou para a sua pulseira e saiu porta fora. Quando saiu não viu ninguém, quando era suposto Yuuki acompanhá-la durante todo o dia. Trancou a porta e seguiu pelo caminho que pensava ser o correcto. Desceu uma escadaria e outra e mais outra. Mas nunca mais acabavam? Pelo menos, não subia. Finalmente, conseguiu sair do dormitório e encontrava-se na rua. Olhou em volta para ver se algum dos outros edifícios eram os das aulas. Caminhou por algum tempo, mas não conseguia ver pessoas a irem para as aulas. Começou a pensar se as regras da Academia seriam muito rígidas. Ao andar pelo recinto escolar, encontrou um edifício que parecia ser um óptimo sitio para dar aulas. Ao caminhar para o portão, e ao tentar abri-lo, este nem se moveu.

- Então? Está perro?

Tentou abrir outra vez. Apercebeu-se que talvez não fosse o edifício com as salas de aula, mas a sua curiosidade foi mais forte. Um impulso pôs-se à frente do juízo. Olhou em volta e viu uma árvore, em que o ramo dava para o outro lado do muro. Foi para junto dela e viu o que faria com a saia. Lá arranjou maneira de as tornar em pequenos calções e trepou a árvore como um macaco. Gatinhou sobre o ramo e depois saltou para o outro lado do muro. Ao tocar no chão desequilibrou-se e raspou o joelho numa pedra que por ali estava. Não ligando muito á ferida, que agora começava a sangrar, caminhou sobre a relva verde que rodeava a estrutura. Parecia ser antigo. Mas ao mesmo tempo, moderno. Um pouco estranho mas lindo de fora.

Será que as portas e janelas estão trancadas?

Dirigiu-se a uma porta enorme que se desenhava majestosamente no edifício. Como todo ele era brutalmente bonita. Puxou os puxadores da porta, mas nem se moveu. Dirigiu-se a uma janela perto de si e tentou novamente a sua sorte, mas nada feito.

- Oh que seca! Que raio de escola é esta se nem tem tudo aberto?

Voltou a subir o muro e a agarrar-se ao ramo da árvore. Saltou do ramo para o chão sem qualquer problema e continuou a sua busca pelas salas de aula. Mas ao saltar para o outro lado do muro, ela sem querer deixara a pulseira que a irmã lhe dera, escorregar.
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